O país por um canudo

Depois de se ter passado uns meses atrás das sestas e das festas de Santana Lopes não vejo porque não se possa andar um bocado atrás do canudo de Sócrates. A imprensa tem de ser coscuvilheira, é essa a sua missão, para pensar por nós já temos os burocratas da CEE , a Inês Pedrosa e o Ruben de Carvalho.

Num país em que as maiores mobilizações nacionais são o pirilampo mágico, os morangos com açúcar, e os gatos fedorentos, penso que sermos guiados por um cérebro filho duma pauta rasurada até era algo que ficava bem a condizer, e eu cá aproveitava o balanço e fazia também uma contagem de neurónios a uma rapaziada avulsa (de envergadura ministerial) e, se não desse cabo do orçamento do SNS, uma massagem cardíaca à oposição, visto que a estes, do pescoço para cima, já será desperdício de recursos. A não ser para procurar nódoas negras na versão oxidada de dama de ferro.

Qualquer dia ainda tenho saudades do tempo em que éramos governados por um engenheiro electrotécnico que rezava o terço, e, na oposição, o problema maior era o Nelo Monteiro usar um casaco dois números acima.

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